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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Carta de "O amor do Pequeno Príncipe"


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"Desde agora, cinco horas da tarde, até a hora em que for dormir, estarei sozinho, porque disse a todos os meus amigos que estava muito cansado e não queria ver ninguém. 
    A menininha para quem cuidadosamente reservei esse tempo livre nem se deu o trabalho de me avisar que não viria.

Descubro com melancolia que meu egoísmo não é tão grande assim, pois dei ao outro o poder de me magoar.
    Menininha, foi com carinho que lhe dei esse poder. É com melancolia que a vejo usá-lo.

Os contos de fadas são assim. Uma manhã, a gente acorda e diz: "Era só um conto de fadas..." E a gente sorri de si mesma. Mas, no fundo, não estamos sorrindo. Sabemos muito bem que os contos de fadas são a única verdade da vida. 

A espera. Os passos leves. Depois as horas que correm frescas como um riacho em meio á relva sobre seixos brancos. Os sorrisos, as palavras sem importância que são tão importantes. Escutamos a música do coração: é linda, linda pra quem sabe ouvir...
    Queremos muitas coisas, é claro. Queremos colher todos os frutos e todas as flores. Queremos sentir o cheiro de todos os campos. Queremos brincar. Será mesmo brincar? Nunca sabemos onde começa a brincadeira nem onde ela acaba, mas sabemos que somos carinhosos. E ficamos felizes.

Não gosto da estação interior que substituiu minha primavera: uma mistura de decepção, de secura e de rancor. Mergulho num tempo vazio onde não tenho mais motivo para sonhar. O mais triste num sofrimento é se perguntar: "vale a pena?"...
    Vale a pena todo esse sofrimento por quem nem mesmo pensa em avisar? Certamente não. Então nem sofrimento se tem mais, e isto é ainda mais triste.

Não há Pequeno Príncipe hoje, nem haverá nunca mais. O Pequeno Príncipe morreu. Ou então tornou-se muito cético. Um Pequeno Príncipe cético não é mais um Pequeno Príncipe. Fiquei magoado com você por tê-lo destruído. 

Também não haverá mais carta, nem telefonema, nem sinal. Não fui muito prudente, e não pensei que pouco a pouco, com isso, arriscava um pouco de sofrimento. Mas eis que me feri na roseira ao colher uma rosa.

A roseira dirá: "Que importância eu tinha pra você?" Chupo meu dedo, que sangra um pouquinho, e respondo: "Nenhuma, roseira, nenhuma. Nada tem importância na vida. (Nem mesmo a vida.)Adeus, roseira."

Trecho do livro O amor do Pequeno Príncipe - Cartas a uma desconhecida de Antoine De Saint-Exupéry - entrado no blog TheBluberry -  pretendo ler o livro *-*

A Cidade das Feras



Autor: Isabel Allende
Editora: Bertrand Brasil
Nº de páginas: 280
Tipologia: Romance, Aventura, Infanto-juvenil
Ano: 2002

O primeiro livro da trilogia As Aventuras da Águia e do Jaguar. (só li este, no momento!)
Alexander Cold é jovem americano de 15 anos que vive com sua família na Califórnia. Tudo ia bem em sua casa até a descoberta de que sua mãe estava com câncer. Conviver com sua mãe doente foi um caos para Alex, até que chega um momento que seu pai decide levá-la para fazer um tratamento no Texas. Isso obriga Alex a ficar aos cuidados de sua avó paterna em Nova York, enquanto suas duas irmãs ficaram com a avó materna.
Desde o momento em que chegou a Nova York, Alex teve problemas, porém os verdadeiros problemas começaram quando sua avó anunciou que viajaria para a Amazônia, no Brasil, e iria levá-lo.

Alice no País das Maravilhas



Autor: Lewis Carroll
Editora: Cosac & Naify
Nº de páginas: 168
Tipologia: Nonsense, Fantasia, Ficção
Ano: 1865

Este é o meu livro favorito *-*
Não há como explicar o quão genial é. É uma história que tanto pode ser infantil quanto adulta.
Pode-se dizer que todos já conhecem a história - contada no desenho da Disney, no filme, em muuitos outros desenhos e filmes também - mas resenha que é resenha deve ser completa!

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Top 5 Melhores Livros Infantis

5º Meu Pé de Laranja Lima - José Mauro de Vasconcelos



Não é um livro infantil, mas me dá um gostinho de infância. É uma história triste, mas não deixa de ser bonita e inocente.

4º James e o Pêssego Gigante - Roald Dahl



O engraçado é que li este livro recentemente, me zoaram por isso (rsrs), mas amei a historinha. *-*